A importância do acompanhamento pediátrico para bebês e crianças

Quem é mamãe ou papai sabe que é importante levar a criança nas consultas pediátricas. No caso de bebês, é fundamental o acompanhamento mensal, para que o médico possa ver de perto o desenvolvimento da criança e orientar os pais em cada fase. Esse acompanhamento pediátrico é chamado de puericultura e deve ser feito mensalmente no primeiro ano de vida do bebê.

O ideal é que a mãe e o pai estejam presentes na consulta. As visitas ao pediatra dá a família e também ao médico, a oportunidade de se conhecerem e de trocarem informações para a fase que estiverem passando com a criança, já que em curtos espaços de tempo, o bebê passa pelos saltos de desenvolvimento.

O que o médico pediatra avalia nas consultas?

Nas consultas, o pediatra vai verificar como está o desenvolvimento do bebê em diversos aspectos. Pra ajudar vocês, mamães e papais, a médica pediatra da Edimed, Dra. Camila Coan, listou os principais:

. Crescimento: o bebê é pesado em uma balança infantil. A pediatra avalia o comprimento e também é medido o tamanho da cabeça da criança.

Essas informações são anotadas na carteira de vacinação do bebê e também são colocadas em um gráfico para determinar a curva de crescimento de uma visita para a próxima. Esta é a maneira mais confiável de julgar se ele está crescendo normalmente e mostrará sua posição sobre a curva de crescimento em relação a outras crianças de sua idade.

. Cabeça: A famosa moleira (fontanela) de um bebê deve estar aberta (abertura normal coberta de pele no crânio) e plana nos primeiros meses. De dois a três meses de idade, o ponto na parte de trás deve ser fechado. O ponto na parte da frente deve fechar antes do segundo aniversário da criança – quando a criança estiver com cerca de 1 ano e meio.

. Orelhas: as pequenas orelhinhas são avaliadas com um otoscópio, instrumento que fornece uma visão do canal auditivo e do tímpano. Isso diz ao médico se existe algo anormal, como um infecção no ouvido. Os pais também serão questionados se a criança responde normalmente a sons. Testes de audição formal são feitos no recém-nascido e, posteriormente, se houver suspeita de que existe um problema.

. Olhos: é comum os médicos usarem um objeto brilhante ou uma lanterna para chamar a atenção do bebê e rastrear seus movimentos oculares. Também é possível olhar dentro dos olhos do bebê com um instrumento iluminado chamado oftalmoscópio – repetindo o exame de olho interno que foi feito pela primeira vez na maternidade. Isso é particularmente útil na detecção de cataratas – turvação da lente do olho.

. Boca: a boca é verificada e o pediatra pode analisar quando a sinais de infecção, mas também para alertar os pais sobre a dentição da criança e a orientação para os cuidados com os primeiros dentinhos.

. Coração e pulmões: para avaliar esses órgãos, o pediatra usa um estetoscópio na parte frontal e traseira do tórax para ouvir o coração e os pulmões do bebê. Este exame determina se há algum ritmo cardíaco anormal, sons ou dificuldades respiratórias.

. Abdômen: ao colocar a mão no abdômen da criança e pressionando suavemente, o pediatra pode avaliar se existe algo diferente, que merece exames mais detalhados.

. Órgãos Genitais: são examinados para verificar se existe qualquer saliência, ou sinais de infecção incomuns.

. Quadris e pernas: são analisados minunciosamente para que o médico possa verificar se há problemas com as articulações do quadril. Os movimentos que ele irá realizar com as pernas do bebê são projetados para detectar deslocamento ou displasia da articulação do quadril.

Viu só quantos detalhes são avaliados pelo pediatra em cada consulta de uma criança? Por isso, é muito importante que o acompanhamento inicie logo que o bebê nascer. Se houver qualquer alteração, o médico pode detectar a anormalidade precocemente, e o tratamento adequado pode ser feito logo.

Além de todos os exames físicos, o pediatra também vai analisar o desenvolvimento psicomotor da criança, ou seja, vai verificar quando o bebê começa a firmar a cabeça, sorrir, rolar de um lado para outro, sentar sem apoio, gatinhar e caminhar.

Mas com qual frequência o bebê deve ser levado ao pediatra?

No primeiro mês de vida, o bebê deve ir pelo menos 3 vezes ao pediatra. Após o primeiro mês o acompanhamento deve ser mensal. Quando a criança completar um ano, é recomendado consultar a cada 2 ou 3 meses.

As consultas são mais frequentes no primeiro ano do bebê, que é quando ele ganha o triplo de peso, aumenta 25 cm de altura, começa a falar suas primeiras palavras e pode até dar os primeiros passinhos. São grandes as mudanças em um intervalo curto de tempo, então, para ter certeza de que tudo está indo bem é preciso um acompanhamento pediátrico rigoroso.

Depois é interessante continuar o acompanhamento regular, porque é na primeira infância que a criança cria hábitos de alimentação e de sono e já ganha alguns fatores de risco para diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares. O acompanhamento pediátrico reduz também o risco de internações, pois doenças crônicas como cardiopatias, alergias e asma são bem mais controladas quando encontradas no início.

O acompanhamento pediátrico deve continuar até o término da adolescência, mas é claro, em uma frequência menor, então, é importante escolher um pediatra de confiança, que possa acompanhar o desenvolvimento do seu filho no decorrer das fases.

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